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Chuva com forte ventania no Povoado Poção na tarde deste sábado. Veja o vídeo

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O registro da chuva acompanhada de  forte ventania foi feita na tarde desde sábado, 19 de outubro,  pelo  cantor  e compositor Benício Bem que  passa o fim de semana na casa de seus pais no Povoado Poção, zona rural de Brasileira, sua terra natal.

Menino é suspeito de esfaquear padrasto para ajudar mãe agredida

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Um adolescente de apenas 13 anos é suspeito de esfaquear o padrasto na noite desta sexta-feira (18) para defender a mãe das agressões que ela estava sofrendo. O caso aconteceu no Residencial Santa Helena, na cidade de União a 57 km de Teresina.
Segundo informações do capitão Miguel Luz, comandante da Polícia Militar no município, um homem de 37 anos identificado apenas como João de Jesus, estava agredindo a esposa grávida quando foi surpreendido pela facada.
"A mulher grávida estava apanhando do companheiro. O filho dela pegou uma faca e furou o padrasto para defender a mãe", resumiu o capitão.
Miguel Luz acrescenta que a PM encaminhou o suspeito das agressões para o hospital e a mãe com o filho para a delegacia da cidade, para prestarem esclarecimentos. De acordo com o comandante, o menino, por ser menor de idade e ter agido em defesa da mãe, não deverá ser punido.
"A princípio ele não será levado a nenhum centro de internação de adolescentes. Ele agiu em defesa da mãe, que estava apanhando. Só o levamos para a delegacia porque a justiça precisa documentar o que houve", explica Luz.
O capitão disse não ter informações sobre a existência de agressões anteriores, mas informou que o padrasto será enquadrado na Lei Maria da Penha. 
A assessoria do Hospital de Urgência de Teresina (HUT) informou que João de Jesus deu entrada às 22h48 de sexta-feira (18) e precisou passar por cirurgia.
A facada atingiu o estômago e o pâncreas de João, mas no momento ele está estável, consciente e orientado.,

WhatsApp se une ao TSE no combate às fake news nas eleições de 2020

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Recentemente, um executivo do mensageiro citou, em palestra, o envio ilegal de mensagens em massa nas Eleições de 2018. Foi a primeira vez que o app admitiu ter sido usado para a prática. A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e a Associação Brasileira de Internet (Abranet) também fazem parte da lista de entidades que apoiam o projeto do TSE.
Na próxima terça-feira (22), às 18h15, ocorrerá a assinatura do termo de adesão no Gabinete da Presidência do Tribunal, em Brasília. A iniciativa atualmente tem a parceria de 36 instituições, como partidos políticos e entidades públicas e privadas.
Com a entrada das plataformas digitais, o total passa a ser de 40. Elas contribuirão no desenvolvimento e aplicação de procedimentos em conjunto para reduzir os efeitos negativos da disseminação de informações falsas sobre a Justiça Eleitoral e as eleições, como o sistema eletrônico de votação. Entenda o programa de combate às fake news
A Presidência do TSE criou o programa no dia 30 de agosto de 2019 com o objetivo de combater a desinformação e seus impactos negativos no processo eleitoral brasileiro, inclusive nas Eleições Municipais de 2020.
Até o momento, o projeto tem o apoio de 36 instituições — como segmentos da imprensa, das telecomunicações, da tecnologia da informação, de provedores de Internet, de agências de checagem e de partidos políticos, entre outros. Com a participação do WhatsAppGoogleFacebook e Twitter, o programa contará com 40 entidades.

Fonte: TechTudo


Wellington Dias e governadores do Nordeste assinam carta de repúdio a Bolsonaro

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A relação entre o presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), e os governadores do Nordeste voltou a ficar tensa. Neste sábado, os gestores estaduais da região assinaram carta de repúdio às declarações do presidente contra o governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB). O governador Wellington Dias (PT) foi um dos que assinou o documento. 
A polêmica teve início após Bolsonaro usar as redes sociais para criticar o governador. O presidente afirma ser o autor do projeto de 13º salário do Bolsa Família. Porém,  Pernambuco já havia aprovado projeto estadual semelhante em abril. 
“A desonestidade ainda persiste na política. O espertalhão da vez agora é o Governador de Pernambuco, do PSB”, escreveu o presidente.
Paulo Câmara reagiu e também usou as redes sociais para responder.  “Em 26 de agosto de 2018, na campanha para reeleição, anunciei que todos os beneficiários do Bolsa Família em Pernambuco receberiam uma 13ª parcela, paga com recursos do tesouro estadual. Semelhante proposta foi apresentada pelo candidato Bolsonaro mais de 40 dias depois”, disse.
Assinaram a carta de repúdio Wellington Dias (PT/PI), Rui Costa (PT/BA), Renan Filho (MDB/AL), Camilo Santana (PT/CE), Flávio Dino (PCdoB/MA), João Azevedo (PSB/PB), Fátima Bezerra (PT/RN) e Belivaldo Chagas (PSD/SE). 

Ministro do STF suspende lei municipal que barrava ensino de gênero

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O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu ontem (18) uma liminar (decisão provisória) para suspender dois artigos de uma lei municipal que proíbe o ensino sobre diversidade de gênero e orientação sexual nas escolas. A lei de Ipatinga (MG), em vigor desde 2015, estabelece que o município não pode “adotar, nem mesmo sob a forma de diretrizes, nenhuma estratégia ou ações educativas de promoção à diversidade de gênero”.
A legislação municipal diz ainda que o município “não poderá implementar ou desenvolver nenhum ensino ou abordagem referente à ideologia de gênero e orientação sexual, sendo vedada a inserção de qualquer temática da diversidade de gênero nas práticas pedagógicas e no cotidiano das escolas”. A lei é contestada no Supremo desde 2017, quando o então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, abriu uma arguição de descumprimento de preceito fundamental (ADPF) contra a norma.
Janot alegou violação a preceitos fundamentais como o pluralismo de ideias e o direito à liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber. Ele também argumentou que cabe apenas à União editar normas sobre o assunto. Dois anos após a Procuradoria-Geral da República pedir a liminar, Gilmar Mendes aceitou o pedido. O ministro do STF concordou que a lei municipal vai contra as liberdades de ensinar e aprender, além de violar princípios constitucionais como o da igualdade e o da não discriminação.
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