Piauienses devem se vacinar contra febre amarela, recomenda Ministério da Saúde


A Secretaria de Estado da Saúde intensifica medidas para barrar a entrada e a circulação do vírus da febre amarela no Piauí e orienta a população que procure as unidades básicas de saúde para que se vacine contra febre amarela. No Piauí, não há casos notificados da doença, mas por recomendação do Ministério da Saúde, há 58 municípios com a possibilidade da presença da doença no Estado.

No período de 2008 a 2016, foram notificados sete casos suspeitos, mas todos descartados. No entanto, por precaução, recomenda-se que os municípios orientem a sua população a procurar as unidades básicas para receber a vacinação, não só para as cidades presentes na relação divulgada pelo Ministério da Saúde, mas toda a população do Estado. 

A vacina de febre amarela faz parte calendário nacional de imunização e as doses são distribuídas regulamente nas unidades básicas de saúde dos municípios. Estão disponíveis no estoque 18.420 vacinas e agora no mês de janeiro serão distribuídas mais 27.750 para reforço da cobertura vacinal. 

O esquema vacinal contra a febre amarela é de uma dose aos noves meses de idade com reforço aos quatro anos. Para pessoas de 2 a 59 anos, a recomendação é de duas doses. Devem se vacinar pessoas que querem atualizar o cartão de vacina e principalmente as que irão viajar para esses locais que estão em alerta ou com casos da doença no Brasil. 

“O Estado se antecipa e reforça a distribuição das doses das vacinas para esses 58 municípios, mas não vai só se deter a ações apenas nesses municípios, iremos fortalecer nossas unidades de vacinas com material imunobiológico a mais para que possamos garantir a vacinação à população”, declara Herlon Guimarães, diretor da Unidade de Vigilância e Atenção à Saúde. 

A Secretaria de Estado da Saúde também realizará algumas medidas voltadas às epizootias, que são doenças causadas por animais. No caso da febre amarela, em particular, macacos, por serem hospedeiros na forma silvestre do vírus, serão capturados e por meio de coleta de sangue, serão feitos estudos para que se possa identificar se há a presença do vírus circulante dentro do Estado do Piauí.
Fonte: Acesse Piaui
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