Com o objetivo de investigar o caso, a Polícia Federal (PF) convocou para depor mulheres que teriam atuado como candidatas laranjas do PSL em Minas Gerais nas eleições de 2018. A principal suspeita viajou para o exterior, de acordo com Jailton de Carvalho, de O Globo.

Conforme a PF, a mulher deixou o Brasil, porém, informou que voltará para prestar esclarecimentos. Segundo a lei, a Polícia Federal só pode abrir inquérito sobre o assunto a pedido da Justiça Eleitoral.
Uma reportagem da Folha mostrou que quatro candidatas do PSL de Minas teriam sido usadas como laranjas, com o patrocínio do atual ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antonio.
O ministro era presidente do PSL no estado no período das supostas fraudes. Conforme reportagem, as quatro candidatas receberam R$ 279 mil durante a campanha e, mesmo assim, tiveram pouco mais de dois mil votos.

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