Recentemente, um executivo do mensageiro citou, em palestra, o envio ilegal de mensagens em massa nas Eleições de 2018. Foi a primeira vez que o app admitiu ter sido usado para a prática. A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e a Associação Brasileira de Internet (Abranet) também fazem parte da lista de entidades que apoiam o projeto do TSE.
Na próxima terça-feira (22), às 18h15, ocorrerá a assinatura do termo de adesão no Gabinete da Presidência do Tribunal, em Brasília. A iniciativa atualmente tem a parceria de 36 instituições, como partidos políticos e entidades públicas e privadas.
Com a entrada das plataformas digitais, o total passa a ser de 40. Elas contribuirão no desenvolvimento e aplicação de procedimentos em conjunto para reduzir os efeitos negativos da disseminação de informações falsas sobre a Justiça Eleitoral e as eleições, como o sistema eletrônico de votação. Entenda o programa de combate às fake news
A Presidência do TSE criou o programa no dia 30 de agosto de 2019 com o objetivo de combater a desinformação e seus impactos negativos no processo eleitoral brasileiro, inclusive nas Eleições Municipais de 2020.
Até o momento, o projeto tem o apoio de 36 instituições — como segmentos da imprensa, das telecomunicações, da tecnologia da informação, de provedores de Internet, de agências de checagem e de partidos políticos, entre outros. Com a participação do WhatsAppGoogleFacebook e Twitter, o programa contará com 40 entidades.

Fonte: TechTudo


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