Os problemas causados pelo álcool durante a gestação atingem mais crianças do que a Síndrome de Down no Brasil. E não é por causa de mães alcoólicas. Qualquer quantidade da bebida pode comprometer a saúde do bebê. E o período mais perigoso é geralmente quando a mulher nem sabe que está grávida.

Os efeitos são chamados de Síndrome Alcoólica Fetal (SAF), cuja prevalência é de duas em cada mil crianças nascidas vivas no Brasil.

O que acontece?

O álcool ingerido, em qualquer quantidade, fica mais tempo em contato com o bebê do que com a mãe. Com isso, atrapalha o metabolismo celular, principalmente na formação do sistema nervoso da criança

Fases

As primeiras duas semanas de gravidez são as mais perigosas. Se está grávida, o certo é a mulher não ingerir bebida alcoólica. Por isso, é necessário esquecer o famoso “só um pouquinho”.

Antes de duas semanas de gestação, é mais difícil o álcool chegar até o feto, pois há pouco contato entre mãe e bebê O período mais crítico é da terceira à oitava semana, quando são formados os órgãos. Mas o sistema nervoso se desenvolve até o fim da gravidez. Então, o risco persiste

Acredita-se que o álcool pode interferir na função de alguns mecanismos genéticos. Genes importantes ao desenvolvimento podem ser desativados.
Fonte: Estadão Conteúdo

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